Grupo 06: Textos e livros


Artigo: A Importância de Trabalhar a Diversidade Cultural na Escola

Resumo: Refletir sobre o que é cultura, como a escola tem trabalhado a diversidade cultural e qual a proposta curricular para esse desafio. O que temos em vista nessa pesquisa é a sensibilização dos alunos para uma reflexão sobre a importância de se trabalhar diversidade cultural.

http://www.impactosmt.com.br/index.php/artigos/16-a-importancia-de-trabalhar-a diversidade-cultural-na-escola






Livro: O Homem Que Venceu Auschwitz



O livro é uma auto biografia que conta a história de um prisioneiro de guerra, essa prisão fica próximo à um dos campos de concentração de Auschwitz III, ao se dar conta disso ele troca de lugar com um judeu, com a intenção de conhecer o que ocorria lá dentro, para isso, ele se veste com prisioneiro judeu, raspa o cabelo, e tenta se comportar de forma parecida com os judeus. A história mostra o sentimento voluntario desse homem para de alguma forma entender a situação do outro.   “Este livro é muito importante e representa uma advertência oportuna dos riscos que ameaçam qualquer sociedade quando a intolerância e o racismo assumem o controle. Denis Avey, que tem agora 93 anos de idade, quer que seu livro relembre que o fascismo e o genocídio não desapareceram — como ele mesmo disse, “Isso poderia acontecer hoje”. De fato, isso pode acontecer em qualquer lugar em que se permita que o verniz da civilização venha a se extinguir ou que seja arrancado pela má vontade e pelos impulsos destrutivos”.













Autora dos poemas: Maria D'Ajuda Rodrigues - Discente do curso de Licenciatura em História, 5º período - Uneb - campus X.






Artigo: Alteridade - Uma noção em construção

Resumo: A noção de alteridade possui uma perspectiva plural e híbrida, que não se enquadra em esquemas explicativos generalizantes, encadeados de modo inflexível. A constituição do mundo moderno, ou como preferem alguns teóricos, pós-moderno, no qual a globalização apresenta para a sociedade uma convivência nem sempre pacífica entre os grupos faz da alteridade palavra-chave para a superação de preconceitos e xenofobias. A impessoalidade e a individualidade que caracterizam a contemporaneidade gera como uma de suas consequências negativas a intolerância, seja ela, étnica, política, de gênero, entre outras, assim sendo, a escola torna-se uma das instituições mediadora desses conflitos, devendo, pois, aprofundar a ideia da diferença dentro e fora de sues muros enquanto propulsora de relações igualitárias, reconhecendo “que o outro guarda um segredo: o segredo de quem eu sou”. Pensar na diversidade consiste no ato reflexivo e profícuo de se compreender a diferença, afinal, o encontro de práticas culturais plurais gera resignificações, sem, contudo, transpor-se para o campo da discriminação.


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